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domingo, 4 de setembro de 2016

Vitória no Jerp: CEEB é representado por grande delegação e traz o título do vôlei





O Edivaldo levou a maior delegação de todos os tempos aos Jogos Estudantis da Rede Pública e sagrou-se campeão regional de vôlei masculino. Destaque para a grande atuação da equipe feminina.



Entre os dias 1º e 2 de setembro (semana passada), o Colégio Edivaldo Boaventura de Maracás levou aos Jogos Estudantis da Rede Pública do Estado da Bahia (JERP) a maior delegação de todas as suas atuações, contando com a atuação de mais de 70 estudantes atletas, em cinco categorias diferentes.
Os melhores resultados foram no vôlei masculino (que trouxe o título) e femino (que, mesmo atuando pela primeira vez, conseguiu chegar às semi-finais com uma brilhante participação). Além disso, a experiência de todos os atletas foi enriquecedora, porque o Jerp é um ambiente propício para a convivência entre estudantes e professores de diversas cidades de nosso território.
A instituição tem sempre participado dos jogos e ganhou visibilidade na edição de 2013, quando conquistou, pela primeira vez, um título regional. Nas edições anteriores, no entanto, a quantidade de atletas era bem menor. Desta vez, a delegação total passou de 70 estudantes, divididos entre as categorias de futebol de campo, futsal masculino, futsal feminino, vôlei masculino e vôlei feminino.
O grande número de atletas e a maior diversidade de modalidades são resultados dos esforços do professor George (responsável pela disciplina de Educação Física e pelo treinamento esportivo), do professor Pedro (treinador e entusiasta das equipes de futebol e futsal), da professora Maria Laurito (responsável pela delegação feminina) e da diretora Josiane Saraiva (responsável pela coordenação geral e pela inscrição da escola nos jogos). Mas não podemos esquecer dos esforços e organização dos próprios estudantes e pais, sem os quais não seria possível manter a rotina de treinos e confeccionar os uniformes.
Pela primeira vez, o Edivaldo conseguiu o título de campeão regional de vôlei masculino, o que evidencia o talento dos estudantes para diversas modalidades, visto que, em anos anteriores, já fomos campeões de futsal e handebol. A equipe masculina chegou a sofrer uma derrota nas semi-finais para a equipe do CETEP. Porém, foi classificada para as finais, porque os adversários foram punidos por desrespeito ao regulamento. Na final, venceu de virada por 2 sets a 1.
A equipe de vôlei femino chegou às semi-finais, sendo desclassificadas pelo colégio Pio XII, de Jaguaquara. Mas não deixa de ter sido uma grande atuação, pois foi o primeiro ano que o Edivaldo levou essa modalidade. Além disso, grande parte do tipo é composto por estudantes do primeiro ano, o que nos motiva para uma participação mais efetiva nos próximos dois anos.
Mas, para além dos títulos, o que mais contou foi a diversão e a convivência por dois dias inteiros entre estudantes e professores de escolas de várias cidades do Vale do Jiquiriçá. O Jerp é uma grande oportunidade para fazer amigos novos e estreitar as relações entre os membros da delegação. A satisfação dos estudantes não deixa dúvida de que o grande legado do Jerp é a competição em si. E já estamos animados para a edição de 2017. Parabéns a todos!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

2º Plantão Escolar - 2016




Senhores Pais,


Convidamos os Senhores para o 2º Plantão Escolar do ano letivo de 2016, o qual possui a finalidade de apresentar o rendimento escolar (quantitativo e qualitativo) do(a) seu(a) filho(a) no segundo bimestre. O Plantão será realizado nesta quarta-feira, dia 24 de agosto de 2016.

Horários

Matutino: 8 às 12h
Vespertino: 13 às 17h.

Observação: o convite impresso foi entregue a todos os estudantes na segunda-feira, 22 de agosto, por meio do ofício circular nº 29/2016.

Aguardamos sua presença.

Um abraço.

A Direção.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Por que não comemoro o folclore? - Texto do Prof. Edelvito Nascimento

Fotos de Valter Campanato, Agência Brasil. Índios das tribos Assurini, Tapirajé, Kaiapó, Kapirapé, Rikbaktsa e Bororo-Bo. Seus botoques, pinturas, adereços e cortes de cabelo são Folclore? E o boné da Nike, o brinco de brilhante, a maquiagem da Natura, são o que? 



Cultura do povo ou cultura de exceção?

Como advertência, cumpro o dever de informar que aquilo que afirmo aqui é uma opinião pessoal que não deve ser entendida como posicionamento da instituição representada nesse blogue. Além disso, manifesto o meu respeito a todos os colegas profissionais da educação que dedicam seus esforços à celebração do 22 de agosto. Mas não poderia permanecer no silêncio em relação ao tema, embora ninguém tenha pedido meu parecer acerca dele. O texto vai mais como uma justificativa (já que, há anos, me recuso a participar dos festejos do Folclore) do que como artigo de opinião.
Acho que é desnecessário lembrar a etimologia e a história do termo Folclore. Mas, caso alguém tenha dúvidas acerca disso, recomendo a leitura do verbete na wikipedia. Vamos direto ao ponto: folclore é cultura do povo, cultura popular ou, por extensão, a cultura que não necessita de academia, teoria (ou qualquer coisa do gênero) para se sustentar.
Eu sou adepto dessa cultura: não como admirador, não como expectador, mas como quem a vive das formas mais profundas possíveis. Essa cultura não faz parte de minha vida. Ela é a minha vida. Minha vida social, religiosa, ancestral, familiar etc.
Quando digo que não comemoro o folclore, não quero dizer que a escola não deva dar espaço para essas manifestações. Muito pelo contrário: acho que a escola deveria se abrir às manifestações culturais populares, não como uma concessão, homenagem ou favor. A escola deveria, de fato, reconhecer o valor que a cultura popular tem para a nossa identidade como povo. E isso é mais importante, do ponto de vista existencial, que qualquer disciplina que ela possa ensinar.
Em outras palavras, para a nossa existência enquanto povo nordestino, baiano, maracaense, para a nossa existência enquanto escola situada às margens de uma comunidade vítima de estereótipos e preconceitos de toda sorte, para nosso Ser em si, Dona Fia, que trabalhou nesta instituição por anos e que mora logo ali na esquina, tem muito mais a nos ensinar que Camões, Einstein, Pitágoras, Lavoisier, Heródoto, Sócrates, Marx (todos juntos).
Dona Fia sabe de coisa que a escola nunca ensinou e talvez nunca tenha capacidade para ensinar. E também não é o seu papel. A escola tem o papel muito claro de ensinar a cultura erudita, esta que é oposta (fique claro, por razões ideológicas e não estéticas) ao chamado folclore.
Mas de que adianta chamar Dona Fia, o cantador de Reis, o mestre de capoeira, o artesão e a rezadeira para falar aos estudantes no dia do folclore? Alivia a nossa consciência? Não a minha. Continua ainda pesada pelo péssimo favor que faço à minha tradição nos outros 364 dias do ano. Há quem diga que moda de viola é folclore (cultura popular), mas Ludwig van Beethoven é cultura (só cultura). O clássico, o erudito, é cultura e ponto. O popular é uma subclasse da cultura, uma categoria da cultura que tem um dia do ano para receber a migalha de nossa atenção. Pergunte ao professor Emanuel Velame se ele concorda com essa classificação excludente, sectária e elitista. E mais: Beethoven não é povo? Por que não é povo? O que é povo? O que confere a Beethoven (e não a Inezita Barroso) o caráter universal?
No dia do folclore, muitas escolas chamam o pai de santo para cantar algumas músicas de seu terreiro. É claro que muitos aceitam o convite, cheios de orgulho. Mas será que eles tem consciência de que a escola tem colocado sua religião numa subcategoria da cultura, negando-lhe o caráter de religião em si?
Há por aí cartazes com desenhos de índios com seus penachos. É a isso que meus ancestrais estão reduzidos? Não bastou quase dizimá-los, descaracterizar a sua religião, os seus modos, roubarem suas terras... agora meus ancestrais estão na mesma categoria do saci-pererê e da mula-sem-cabeça? Vamos ficcionalizar a sua existência? Pior: vamos dizer que é uma ficção de subcultura (cultura do povo e não da elite)?
Penso que a cultura popular deve estar na escola. Não como um favor. Não como uma concessão. Não como uma representação macaqueada de nossas verdadeiras raízes. A cultura deve estar na escola todo dia, demonstrada nos nossos costumes, nossas atitudes diárias, nossos debates. Não estou dizendo que a instituição deva abandonar os seus conteúdos formais e oficiais para ensinar a cultura popular. Basta que não estejamos cumprindo o nefasto papel de assassino de nossa história. Não é necessário substituir uma coisa pela outra. Apenas colocá-las em pé de igualdade (pelo menos do ponto de vista da importância que damos a elas).
Quando a escola estiver assim, aberta, dedicarei um tempo específico para o 22 de agosto. Mas, enquanto essa data for uma ocasião para dar migalhas à nossa cultura popular; enquanto for uma oportunidade para segregar o saber local, ancestral e histórico entre as coisas mentirosas e ultrapassadas, passarei este dia calado.

sábado, 16 de julho de 2016

Família e Escola

Clique no Frame para ler a cartilha da Secretaria de Educação, que informa como a família pode participar da vida escolar do seu filho.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

PARABÉNS!

O Colégio Estadual Edivaldo Boaventura parabeniza os estudantes
Ailma Monique 1ºA – Mat
Jeferson Carlos 2º A – Ves

PELA PREMIAÇÃO COM CERTIFICADO DE MENÇÃO HONROSA NA 8ª OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS - OBMEP 2012



sexta-feira, 13 de abril de 2012

Revitalização da Horta escolar do CEEB


Na semana de Oficinas e atividades, realizada em nosso Colégio no início do ano letivo, uma das que se destacou pelo número de estudantes participantes foi a Oficina intitulada “Horta Escolar, merenda saudável”, ministrada pelos professores George, Jamile e Núbia. A Oficina “Horta escolar, merenda saudável” teve como finalidade primordial, mostrar aos alunos participantes a importância da utilização e revitalização da horta escolar, essa que já foi iniciada por alguns alunos nos anos anteriores, mas que estava abandonada por falta de manutenção e cuidados pelos mesmos. Vislumbrar os objetivos e benefícios da execução de um projeto que revitalize a horta escolar como a reeducação alimentar, propiciando aos envolvidos experiências de práticas ecológicas, reutilização de materiais, trabalho em equipe e principalmente a complementação da merenda escolar com alimentos saudáveis e nutritivos, foram os pontos mais abordados na oficina realizada.
Porém, a oficina não se conteve apenas em teoria na sala de aula, na mesma semana, no segundo e terceiro encontros, professores supervisores e alunos participantes botaram a “mão na massa” e iniciaram a limpeza, preparação do solo e revitalização da área delimitada destinada a horta da escola. Na mesma oportunidade, também com ajuda dos participantes, foi possível o plantio das primeiras sementes de hortaliças como alface, coentro, abóbora, pepino, cenoura, entre outras.

Como qualquer outra cultura algumas tarefas são importantes para manter a horta em condições ideais de produção. Algumas noções de manutenção da horta foram abordadas na oficina realizada e reforçadas em campo. O comprometimento e a cooperação dos estudantes envolvidos no projeto de revitalização são de suma importância para conseguirmos colher os benefícios da horta. Alguns exemplos de atividades que, de forma periódica, devem ser realizada neste espaço são: a rega (todos os dias), a adubação de cobertura, a capina, o desbaste ou raleamento, a rotação de culturas, controle de pragas que veiam aparecer, estre outras. Como podem ver são inúmeros os afazeres, dessa forma quanto maior o número de estudantes envolvidos, melhor e mais rápido os resultados.
Se você, estudante do CEEB, de qualquer série ou turno, se interessou e quer fazer parte desse projeto de revitalização da Horta escolar, procure os professores George (Biologia), Jamile (Biologia) e Núbia (Física) ou a direção, para assim podermos incluí-lo no cronograma de atividades de manutenção da nossa horta. Atividades também serão realizadas para levantarmos fundos para a aquisição de uma nova tela de proteção para a mesma.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Edivaldo Boaventura Classificado para Campeonato Municipal

O time de futebol do Colégio Estadual Edivaldo Boaventura, dirigido pelo Professor Pedro Nivaldo, foi campeão do torneio de acesso para a 2ª divisão do Campeonato Municipal. O time é composto essencialmente de estudantes e conta com a participação de um ex-aluno e do professor de Matemática que, além de dirigir o time, atua em campo. No próximo domingo, terá início o campeonato que se encerrará no mês de Junho. A expectativa é que o time que leva o nome de nossa escola fique em 1º ou 2º lugar (para ter acesso à 1ª divisão de 2013). Aqueles que acompanham o campeonato municipal acreditam nas grandes chances da equipe que tem como marca registrada velocidade, dinamismo e muito fôlego. São "males" da juventude. Veja abaixo as fotos da comemoração. Parabéns aos heróis!











quarta-feira, 7 de março de 2012

Calendário sobre Revolta dos Búzios | Todos pela Escola

Calendário sobre Revolta dos Búzios | Todos pela Escola

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia distribui, este ano, para todas as escolas estaduais, um calendário especial em memória à Revolta dos Búzios, também chamada de Revolução dos Alfaiates, Conjuração Baiana, Sedição de 1798 ou Inconfidência Baiana. O calendário foi produzido em formato de almanaque pelo cineasta, fotógrafo e pesquisador Antonio Olavo que, nos seis últimos anos, se debruçou sobre a história da Bahia e do Brasil para levantar dados sobre este capítulo da luta popular pela independência do país, ocorrido em Salvador no ano de 1798.
O calendário é parte das ações da Secretaria da Educação do Estado para implantar as Leis nº 10.639/2003 e 11.645/2008, que estabelecem as diretrizes e bases da educação nacional de inclusão, no currículo oficial das redes de ensinos, a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. O calendário será distribuído para todas as escolas, também, em formato digital para facilitar seu uso em sala de aula, por professores e estudantes.
Baixe aqui o Calendário da Revolta dos Búzios
História- “A Revolta dos Búzios é um movimento que precisa ser nacionalizado. Traz um passado de glória e luta, que se contrapõe a essa ideia difundida de passado de escravidão”, afirma o cineasta Antonio Olavo, ressaltando que “somos descendentes de homens e de mulheres que lutaram pela liberdade. A memória negra tem que ser valorizada. Os estudantes precisam se identificar com coisas boas, que elevem sua autoestima”, completa.
O calendário “Revolta dos Búzios” destaca a luta de quatro mártires da Inconfidência Baiana condenados à morte, tendo sido enforcados e esquartejados na Praça da Piedade, em 8 de novembro de 1799. São eles: os soldados Luiz Gonzaga e Lucas Dantas e os alfaiates João de Deus e Manoel Faustino, incluídos, recentemente, no Panteão dos Heróis nacionais com a sanção da Lei nº 12.391, pela presidente Dilma Rousseff.
A pesquisa histórica recria a atmosfera da cidade, capital da Província da Bahia, no final do século XVIII. Cada página contextualiza aspectos distintos da Revolta dos Búzios. Como fonte de pesquisa, o autor utiliza os Autos da Devassa, documento com mais de duas mil páginas originado de um rito processual que vigorou no Brasil até a promulgação do Código Criminal do Império. Além da Devassa, apresenta, também, as passagens mais marcantes da Revolta dos Búzios, como a Conspiração, O Papel dos Revolucionários e A Reunião do Dique.
Com design gráfico de Raimundo Laranjeira e desenhos de Fábio Chamusca, o calendário pretende motivar a comunidade escolar para o interesse pela leitura e pelos fatos que marcam a trajetória do povo brasileiro até a derrubada do Governo Colonial e conquista da liberdade política, econômica e social sustentada pela República democrática.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Secretaria distribui 3 milhões de camisas do fardamento escolar | Todos pela Escola

Todos os estudantes das escolas da rede estadual vão receber, mais uma vez, o fardamento gratuito. A Secretaria da Educação do Estado da Bahia já iniciou a distribuição de três milhões de camisas da farda, totalizando um investimento de R$ 17 milhões. A novidade, este ano, é que, além das duas camisas oficiais, os estudantes vão receber mais uma camisa para as aulas de Educação Física. Pela primeira vez, os alunos do noturno também vão receber fardamento.


Veja a notícia completa | Todos pela Escola

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Matrícula para novos alunos acontece nesta quinta e sexta-feira

A matrícula de alunos novos do ensino médio e do ensino médio integrado à educação profissional, na rede estadual, acontece nesta quinta (26) e sexta-feira (27). Além disso, nesses dois dias, estudantes de qualquer série podem realizar a matrícula em qualquer unidade da rede estadual, que funciona das 8h às 20h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 285-8000 (ligação gratuita).
Para o ensino médio integrado à educação profissional, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia oferece 3.830 vagas na série inicial. As oportunidades são para 40 cursos, distribuídos em 49 unidades de ensino de 39 municípios baianos. Na capital baiana, sete unidades ofertam a modalidade de ensino. As aulas começam no dia 6 de fevereiro. Entre os cursos oferecidos estão os de técnico de informática, análise química, contabilidade, biocombustível, agroindústria, alimentação, eletrônica, rede de computadores e química.
Documentação – Para efetuar a matrícula tanto no ensino médio quanto no ensino médio integrado à educação profissional é preciso apresentar a seguinte documentação: originais e cópias do histórico escolar ou atestado de escolaridade, da Certidão de Nascimento ou Carteira de Identidade e comprovante de residência. Além disso, é obrigatório apresentação do CPF para os estudantes do ensino médio integrado à educação profissional.
Educação profissional – Os cursos da educação profissional integrado ao ensino médio têm duração de quatro anos e é voltado para estudantes da rede pública. Ele assegura aos estudantes a formação, de maneira integrada, do ensino médio e da educação profissional.
A meta do governo baiano é atender mais de 60 mil estudantes na educação profissional, este ano. No total, a rede estadual conta com 25 centros estaduais e 29 centros territoriais de educação profissional. Ao todo, são ofertados 72 cursos, distribuídos em 11 eixos tecnológicos. Só no ano passado foram beneficiados 50.498 jovens e trabalhadores baianos. Os números da oferta representam um crescimento de mais de 1.100% nos últimos quatro anos.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Excelente Resultado do Edivaldo Boaventura no ENEM 2010

 Ranking do Enem - Escolas Estaduais da DIREC 13 - Clique na imagem para ampliar.





 É com muita alegria que recebemos o resultado do ENEM 2010. Diferentemente dos anos anteriores, o Colégio Edivaldo Boaventura ficou com uma das melhores notas da região (levando-se em conta apenas Escolas Estaduais). A média é superior às notas da Direc, do Estado e do País. Ainda precisamos melhorar muito. Mas os resultados já são animadores. Parabéns estudantes e professores pelo resultado de seus esforços.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Gincana 2011 - Vídeos

Vídeo da apresentação da paródia 3º A


Vídeo de anúncio da equipe vencedora

Gincana 2011

Fotos da Equipe do 3º A

Gincana 2011 - 3º A
Clique na imagem acima para abrir o álbum

sexta-feira, 25 de março de 2011

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

FALA EDUCAÇÃO

Ouça o programa de rádio Fala Educação, da SEC-BA.

3ª Edição - 28/10/2009. Música vencedora do FACE (Festival Anual da Canção Estudantil), projeto de cinema no Recôncavo e mutirão oftalmológico com estudantes do TOPA - Todos Pela Alfabetização.



2ª Edição - 21/10/2009. Etapa final do FACE (Festival Anual da Canção Estudantil) e Jogos Escolares de Jequié (entrevista com a professora Sinara)



1ª Edição - 14/10/2009. Entrevista com o Secretário de Educação e notícias sobre o concurso para professor da rede estadual.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Aula de Campo – Geografia

Na quarta-feira, 30 de setembro, os estudantes do Colégio Estadual Edivaldo Boaventura visitaram o Morro da Cana Brava, um dos mais belos da cidade. Acompanhados pelo professor Roberto Edson, a turma registrou os momentos do alto do morro. Além da escalada, os estudantes entraram no casarão da era colonial. Veja os vídeos abaixo com o registro da aula.